Há urgência em dar... A generosidade não tem limites!

Dar faz bem. Dar é ser mais.
As instituições precisam de manter a sua actividade. E devem crescer. Para isso precisam de recursos: humanos, materiais, financeiros.
Mas como fazê-lo? Como angariar fundos?

Uma das formas para obter recursos financeiros que está a crescer em todos o mundo é recorrer às pessoas individuais. Isto inclui indivíduos/famílias e apoios institucionais. Indivíduos incluem o mercado doador de massas que dão pequenas quantias mas também doadores principais (major donors) com contribuições avultadas. Instituições incluem empresas, fundações, governo, clubes ou outros apoios organizacionais.

As instituições recorrem cada vez mais ao empenho e generosidade dos doadores/benfeitores individuais. E para isso desenvolvem a gestão de bases de dados de doadores. O desafio é adicionar novos doadores (benfeitores) para que a instituição cresça e possa ajudar mais pessoas! Um dos pontos-chave para o sucesso desta forma de angariar fundos é a comunicação estabelecida com os doadores. É fundamental que as instituições falem com os doadores/benfeitores, isto é, as instituições devem comunicar aos doadores as histórias fantásticas dos beneficiados!

Segundo um estudo realizado em Maio de 2013, 30% dos portugueses contribuem de forma regular com donativos para acções de solidariedade social, enquanto em 2010 a percentagem se ficava pelos 11%.

A maioria prefere doar bens alimentares (74 por cento), enquanto 31 por cento optam pelos donativos em peditório de rua e 27 por cento pelos donativos no momento do pagamento de compras.

O estudo conclui que, quanto ao perfil de dadores, não há diferenças de comportamento entre homens e mulheres e que estes atingem a expressão máxima entre os 45 e os 54 anos. A maioria encontra-se no litoral norte. As crianças e os idosos são os grupos considerados prioritários para o apoio social por 76 por cento dos inquiridos, seguindo-se os deficientes (54 por cento), os doentes (51 por cento) e os sem-abrigo (48 por cento).

In http://www.paisefilhos.pt/index.php/actualidade/noticias/6672-portuguese...